
Pus minhas palavras em sua boca e o cobri com a sombra da minha mão (Is 51.16).
A professora de uma classe de crianças de três a cinco anos repreendia seus dez alunos. Haviam jogado tinta um no outro. As crianças estavam quietas, com olhos bem abertos e ouvindo com cara de medo. Finalizando a "bronca", a professora disse: vocês ouviram? Alguém quer perguntar alguma coisa? Um garotinho de quatro anos levantou a mão. Toda classe olhou para ele. A professora disse: - Fale! Ele perguntou: - É verdade que se a gente parar de respirar a gente morre?! A classe virou-se imediatamente para a professora esperando a resposta. Ela pôs as duas mãos no rosto bastante desanimada. Esse comportamento engraçado é próprio das crianças desta idade, até mesmo porque a pergunta dessa criança se tornou importante para todas as outras! Se Deus falasse conosco abordando as coisas eternas e celestiais sem considerar nosso nível de entendimento, nos comportaríamos como essas crianças! Para que as verdades celestiais possam permanecer na mente e alojar-se no coração, Deus enviou Jesus Cristo. Ele encarnou, tornou-se semelhante a nós, foi limitado pela carne como nós o somos e contou-nos as verdades do Pai de maneira compreensível para nós.
O poder da mensagem de Jesus é tal que, se alguém ouvi-lo como uma criança - considerando suas respostas como verdades absolutas e crendo nelas - será salvo. O profeta Isaías disse, visualizando o poder das palavras de Jesus: "A sua boca é uma espada afiada" (49.2)
Quem ouvir e entender as palavras de Jesus deve abrir-se para ele como uma criança se abre para aquele que a ama e em quem confia. Você não precisa ocultar-se, temendo revelar ignorância sobre Deus, o Pai. Deus conhece você muito mais do que você se conhece. Deus, o Pai, lhe dará a revelação das verdades eternas e segundo seu entendimento e suas necessidades pessoais.
O Senhor Jesus veio falar-nos do Pai e das boas novas da salvação de maneira que pudéssemos entender.
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